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sexta-feira, 1 de abril de 2011

 Saudade. O que qualquer um sabe sentir (eu particularmente, odeio sentir).Sentimento que muitas vezes se parece confuso dentro de mim. Sentimento intenso e passivo. Aparece sem aviso, e fica sem permissão, quando vai embora, não faz rodeios para voltar. É assim a saudade, pelo menos pra mim.
De todos os sentimentos, este é o que eu nunca queria ter conhecido. As vezes bom, as vezes maldoso com o coração.
Sentir saudade, algo tão natural e mal. Mas quando sentimos saudade, de algo que nunca tivemos?
E quando sentimos saudade de algo que nunca vivemos e presenciamos na realidade? Mas quando, e pra quê sentir?
Por que sentimos? Pra que sentimos? Pra quê,por quê?
Eu, odeio parecer muito emotiva, é sério, mas isso é impossível não parecer. Tenho saudades do que mais preciso, saudades do que mais amo e nunca tive, por que sou assim? Sentimento que aparece em mim como um sufoco esganamento. É estranho, e eu sei. Mas todos sentimos.
A prova de tudo isto, meus olhos, que sempre demonstram o que eu não quero demostrar.
Não há dia nem hora, é repentino e inconstante.
Se pudesse escolher, escolheria não sentir, e aprender a dominar meu coração e seus estranhos sentimentos.
Não sei explicar a saudade, sei sentir, e muito bem. Sentimento insano, que me tira a razão e me deixa somente com a emoção. Já dizia Shakespeare “Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente”. Eu sou assim, incapaz de dominar minha dor. 

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